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- Psicoterapia - Psicoterapia familiar - Psicólogo Jesus - Terapia online
Psicoterapia - Não é raro pessoas que necessitam de tratamento psicológico deixarem de procurar tratamento por desconhecimento, preconceito ou até vergonha. É incrível que até pessoas formadas desconhecem os benefícios que uma boa psicoterapia pode fazer pela qualidade de vida das pessoas. É comum optarem por passar a vida tomando remédio, cuidando do efeito (da dor mental) do que procurar tratamento psicológico que procura eliminar a causa do problema.Caso tenha alguma dúvida entre em contato conosco.
PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE O TRATAMENTO PSICOLÓGICO.
Quando procurar um Psicólogo?
Sempre que alguém da família estiver passando por qualquer problema emocional (ver lista abaixo). É como uma dor de dente. Às vezes é um desconforto temporário e suportável. Às vezes o desconforto é prolongado e piora a cada dia. Neste caso a urgência fica mais evidente. Os problemas emocionais quando começam a afetar a qualidade de vida, o trabalho, os relacionamentos interpessoais, a sexualidade dentre outros, é bom procurar ajuda profissional.
Quanto tempo demora um tratamento psicológico?
Depende do tipo de formação do psicólogo, da dinâmica do tratamento, dos problemas emocionais do cliente e da dedicação de ambos na procura de resultados.
É muito caro fazer um tratamento com um psicólogo?
Na maioria das vezes o tratamento psicológico é cobrado de acordo com a quantidade de sessões que o paciente tiver vezes o preço cobrado pelo psicólogo. Cada profissional dá seu preço de acordo com o tempo em que trabalha na profissão, de acordo como seus custos para manter o consultório ou clínica. Cada um sabe o quando estudou para chegar ao nível em que está. E ainda tem os descontos e parcelamentos de acordo com o combinado.
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Psicoterapia - avaliações psicológicas
Você já ouviu falar em psicoterapia? A psicoterapia consiste em tratamento psicológico e é uma potente ferramenta de ajuda e de crescimento pessoal que se utiliza de técnicas psicológicas científicas, específicas de acordo com as necessidades e características individuais de cada pessoa e busca promover mudanças. Os atendimentos sicológicos são voltados às crianças, jovens, adultos, casais, família e idosos.
De acordo com a psicóloga Franciele Bini Sell Ribeiro, do Centro Integrado de Psicologia, através da psicoterapia é possível resolver conflitos e distúrbios emocionais como ansiedade, pânico, estresse, depressão, medos, timidez, fobias, bloqueios, compulsões e traumas. “É possível também melhorar e enriquecer as relações interpessoais, elevar a autoestima, enfrentar positivamente situações desafiadoras através do desenvolvimento da capacidade de tomar decisões, superar vícios e comportamentos negativos,transformar pensamentos que limitam, bloqueiam e que geram sofrimento, auxiliar na compreensão e elaboração de situações de perda ou de dor, obter autoconhecimento e, principalmente, melhorar a qualidade de vida”, garante Franciele. Avaliação psicológica – É uma das atividades mais utilizadas no campo da psicologia. Consiste em um processo técnico-científico de coleta de dados, estudos e interpretações de informações a respeito dos fenômenos psicológicos. De acordo com Franciele, para realizar uma avaliação psicológica o profissional utiliza técnicas como testes, entrevistas, observações e dinâmicas de grupo. “A avaliação pode ter vários objetivos como identificar a personalidade, distúrbios emocionais ou intelectuais, raciocínio, memória e atenção”, explica. Segundo a psicóloga Lizyane Rosa Antunes, do Centro Integrado de Psicologia, nos últimos anos houve um aumento na procura pela avaliação, que vem sendo adotada como ferramenta aplicada em diversos campos como processos seletivos . “Conhecer a personalidade de um candidato é fundamental para criar uma relação estreita entre o novo funcionário e a empresa, e, dessa forma, atender às expectativas de ambas as partes”, comenta Lizyane. Além da seleção, a avaliação psicológica nas empresas pode ter o objetivo de conhecer o desempenho de colaboradores, o potencial para subsidiar promoções internas e também identificar a demanda para realização de treinamentos. Avaliações psicológicas podem ser aplicadas em exames de orientação vocacional, avaliação para o porte de armas, testes para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e auxílio em perícias judiciais. Pacientes candidatos a passarem pela Cirurgia Bariátrica (redução do estômago), também recebem este tipo de avaliação. “Este atendimento é essencial no pré e pós-cirúrgico, pois visa ajudar o paciente a conhecer e compreender melhor a si mesmo, melhorando sua adesão ao tratamento e adaptação aos hábitos de sua nova imagem corporal, descobrindo e vivenciando novos prazeres, com corpo e mente modificado para uma melhor qualidade de vida”, explica Lizyane. No psicodiagnóstico clínico obtém-se um conjunto de informações, com ou sem a utilização de testes no paciente e familiares, para esclarecimento e compreensão das condições do paciente. É realizada para identificação de distúrbios emocionais, problemas de conduta, condições intelectuais e emocionais de crianças, adolescentes e adultos, é destinada a subsidiar pais, escolas e profissionais da saúde que necessitem da atuação do psicólogo. psicólogas Franciele e Lizyane, do Centro Integrado de Psicologia
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O que é Psicoterapia?
Ela abrange as relações das pessoas com o mundo. Nós, seres humanos, definimos o modelo de como nos relacionamos com o mundo e as pessoas quando ainda somos pequenos. Nossas experiências infantis são tão marcantes que carregamos este aprendizado pela nossa vida inteira, passando pela nossa infância, adolescência, até chegar à idade adulta. Num certo ponto da nossa vida, entretanto, percebemos que esta forma de interagir com o mundo está desatualizada. Sentimos que aquele "nosso jeito" já não funciona mais tão bem, mas muitas vezes temos dificuldade de agir de outro modo, e sofremos muito com isso. Sentimos que precisamos de uma "mãozinha" para provocar uma mudança no nosso jeito de ser. Essa "mãozinha" é a psicoterapia.
Este modelo de nos relacionarmos com o mundo se estabelecem tanto de forma comportamental quando fisiologicamente. Criamos um circuito neuroquímico no nosso cérebro. É como se o nosso corpo fosse uma mata fechada e, quando crianças, com a coragem e ousadia infantil, abrimos um caminho através dela. Toda vez que quisermos atravessar a mata, é mais fácil ir pelo caminho já aberto. É deste modo que reagimos às situações, muitas vezes agimos no "automático".
Assim, na psicoterapia, procuramos novas formas de nos relacionar com o mundo, para sermos mais espontâneos, ou seja, menos "automáticos". Temos que falar de dificuldades do presente, que muitas vezes nos remetem a fantasmas do passado. Confrontamos estas situações difíceis e atualizamos o nosso modo de interação com o mundo para que soframos menos e sejamos mais livres. Fazer psicoterapia é abrir novas trilhas nesta mata, chegar a lugares nossos que não conhecemos. Exige muito esforço e empenho, mas com certeza vale à pena. Adaptação a Cecilia Zylberstajn - Por Minha Vida
PROBLEMAS, CAUSAS E EFEITOS: DEPRESSÃO, ANSIEDADE, ANGÚSTIA, PROBLEMAS CONJUGAIS, PROBLEMAS SEXUAIS, PROBLEMAS NA ESCOLA, INSÔNIA, CHORANDO FÁCIL, FOBIA SOCIAL, SÍNDROME DO PÂNICO, TAG, TOC, AGRESSIVIDADE ACENTUADA, DOR DE CABEÇA, DOR NA NUCA, DOR NOS OMBROS, DOR NAS COSTAS DE FUNDO EMOCIONAL, FALTA DE AR, MEDO DE SAIR DE CASA, MEDO DE ANDAR SÓ, MEDO DA OPNIÃO DOS OUTROS, MEDO DE PASSAR MAL,DEDO DE PERDER UM MEMBRO DA FAMÍLIA, MEDO DA SEPARAÇÃO, MEDO DE TRAIÇÃO, ETC..
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PSICOTERAPIA FAMILIAR
A Psicoterapia Familiar, ou Terapia Familiar tem como objetivo principal auxiliar a família na conquista ou reconquista de relações harmoniosas, respeitosas e saudáveis entre os seus membros. Além disso, a terapia familiar pode ter como foco o tratamento de um de seus membros. Muitas vezes, a dependência química do filho mais velho, o alcoolismo do pai ou a depressão da mãe é o evento que traz o despertar para o fato de que as relações familiares carecem de alguma intervenção. Não que esses eventos tenham como causa única a disfunção relacional familiar, isto é, a degradação nas relações entre os membros da família, mas é consenso que, a família contribui tanto para a produção dos comportamentos-problema de um membro, quanto para a solução desses comportamentos-problema. Haja vista que, nos últimos anos, tem sido observado um número cada vez maior de pesquisas que apontam a terapia familiar como intervenção importante para auxiliar o tratamento de transtornos como os transtornos alimentares e transtornos do humor.
Seja com o objetivo de melhorar as relações no contexto familiar, ou tratar o membro por meio das mudanças nessas relações, o terapeuta familiar cumpre o papel de arquiteto do diálogo (Guimarães & Streithorst), num contexto em que clientes e terapeuta participam ativamente da análise do cenário histórico e presente, da elaboração do plano de mudanças e das transformações posteriores.
O levantamento dos determinantes históricos dos problemas familiares, o entendimento do contexto atual com os comportamentos indesejáveis e a comparação com o que é desejável para a família é de suma importância para a mudança no processo de terapia familiar.
Inicialmente, a terapia familiar conduzida por terapeutas comportamentais era composta por técnicas oriundas da teoria da aprendizagem, com propósito de tratar indivíduos. Porém, por entender a complexidade do sistema familiar, os terapeutas familiares que utilizam o referencial comportamental ampliaram seus conhecimentos. Foi desenvolvida uma variedade de técnicas que auxiliam a administrar os problemas familiares e a ampliar as relações funcionais e saudáveis. Destacamos o treinamento de pais, a terapia conjugal comportamental, o treino de habilidades para a solução de problemas e o treino de habilidades de comunicação. Trata-se de intervenções que têm sido muito eficientes na abordagem dos problemas no contexto familiar.
Cabe lembrar que, mais do que aplicar técnicas, o terapeuta familiar comportamental é aquele que faz avaliação e acompanhamento cuidadosos, estimula o entendimento das causas dos problemas e desenvolve habilidades de relacionamento interpessoal por considerar tais atitudes importantes para que a família e indivíduos possam deixar o consultório com a habilidade de resolver suas próprias dificuldades no futuro.InPA - Instituto de Psicologia Aplicada
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LIÇÕES DO PSICÓLOGO JESUS
Há quase dois mil anos as palavras de Jesus Cristo confortam, trazem alento e propõem soluções para problemas individuais e coletivos. Veja e aplique no dia-a-dia algumas dessas lições preciosas e eternas.
Oito lições do psicólogo Jesus, para você aplicar agora
Amor, paz, fraternidade, bondade, caridade, desapego. Esses são valores que Jesus Cristo transmitiu em três anos de pregações por Israel, registradas na Bíblia, o principal livro da religião cristã. Ainda hoje, nas páginas que descrevem seus feitos, milagres e lições aos seguidores, estão chaves para viver melhor e contribuir para tornar o mundo mais justo e humano, como Jesus sonhou. “Na Bíblia encontram-se luz e força para orientar a vida”, afirma Tereza Cavalcanti, professora de introdução à sagrada escritura do departamento de teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). O livro sagrado está dividido em duas partes: o Antigo e o Novo Testamento. O Antigo Testamento descreve a história do povo de Israel, escolhido por Deus para realizar seu projeto: ser o Absoluto, para que as relações humanas se tornassem mais fraternas. O Novo Testamento conta a vida de Jesus Cristo, o carpinteiro da aldeia de Nazaré que se proclamou filho de Deus encarnado na Terra para dar continuidade ao projeto divino. Do Livro do Gênesis, que descreve a origem do mundo e da humanidade, ao Apocalipse de São João – escrito pelo apóstolo com a finalidade de dar esperança aos cristãos nos tempos de perseguição –, os textos abrangem um período que começa aproximadamente mil anos antes do nascimento de Jesus e termina por volta de 130 anos depois de sua morte. “A Bíblia é um compêndio de sabedoria, pois registra experiências humanas durante esse período que valem até hoje”, continua a especialista.
Como surgiram os evangelhos
Jesus não deixou nada escrito. Foram os apóstolos e discípulos os autores dos relatos sagrados. Os quatro evangelhos, de são João, são Mateus, são Marcos e são Lucas, descrevem, cada um a sua maneira, a trajetória de Jesus e seus ensinamentos. Muitos eram dados por meio de parábolas – narrações alegóricas que evocam a realidade por meio de comparação e se prestam a diversas interpretações. Nenhum texto bíblico tem valor rigorosamente histórico, já que todos os textos são baseados em relatos pessoais. João e Mateus pertenceram ao grupo dos 12 apóstolos, companheiros de Jesus, enquanto Marcos e Lucas foram apenas discípulos. Esse último nem conheceu Jesus, viveu na Síria e apoiou seu relato apenas em testemunhos. As Cartas de São Paulo, defensor da lei judaica que se converteu e se tornou um dos personagens mais importantes do cristianismo, foram escritas pelo menos 30 anos depois da morte de Jesus. Descubra oito episódios do Novo Testamento que ajudam você a trazer para o cotidiano os dons que Jesus pregava, interpretados pela professora Tereza Cavalcanti.
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Confie em si mesmo
Acreditar no próprio potencial e desenvolver a fé para atingir metas que parecem distantes ou inalcançáveis é a mensagem do episódio em que Jesus caminha sobre a água. Ele está descrito nos evangelhos de são Mateus (capítulo 14), são Marcos (capítulo 6) e são João (capítulo 6).
Os discípulos estavam num barco, lutando contra a tempestade, quando Jesus apareceu andando sobre o lago, chamado mar da Galiléia, em Israel. Confundindo-o com um fantasma, os homens se apavoraram. Jesus então lhes disse: “Confiança! Sou eu, não tenham medo!” Pedro, parecendo duvidar, respondeu: “Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água”. E Jesus disse: “Venha!” Pedro desceu da barca e andou na superfície, mas deixou-se tomar pelo medo e começou a afundar, pedindo socorro. Jesus o salvou, dizendo: “Homem fraco na fé, por que você duvidou?”
Mensagem: com a autoconfiança fortalecida, pode-se perseguir metas que à primeira vista parecem impossíveis. A fé proporciona alento para não se desanimar frente aos obstáculos. No episódio bíblico, Pedro já tinha conseguido a façanha, quando perdeu a fé e afundou. Confia-se na própria capacidade ao se centrar e entrar em contato com Deus e com as próprias emoções e necessidades. A oração e a meditação são formas de se interiorizar e acessar o potencial que existe dentro de cada um de nós.
Compartilhe o que tem
A multiplicação dos pães e peixes ensina como é importante partilhar os recursos de que se dispõe, mesmo que possam parecer insuficientes. Esse episódio é considerado um dos mais importantes do Novo Testamento, já que é descrito nos quatro evangelhos (Mateus, capítulo 14; Marcos, capítulo 6; Lucas, capítulo 9; e João, capítulo 6). Em suas andanças, Jesus estava sempre cercado de gente, que o procurava em busca de cura ou ajuda. Numa delas, pacientemente atendeu os pobres e doentes e ficou pregando até tarde. Os apóstolos, cansados e famintos, queriam dispersar a multidão, mas Jesus lhes disse: “Vocês é que têm de lhes dar de comer”. Espantados, os homens argumentaram que só tinham cinco pães e dois peixes. Jesus abençoou-os, partiu-os e pediu que os discípulos os distribuíssem. E assim alimentou 5 mil pessoas.
Mensagem: por menos que se tenha para dividir, os benefícios que resultam da ação podem ser maiores do que se espera. O texto mostra que Deus retribui os gestos generosos com prosperidade e abundância, pois os apóstolos acreditavam que a comida seria insuficiente, mas no final se surpreenderam, pois ainda recolheram 12 cestos de sobras. Tem-se dificuldade de acreditar e apostar em tudo que parece pequeno, frágil, não lucrativo. É preciso lembrar, porém, que o fogo de uma vela, por mais fraco que pareça, é capaz de acender outra, e mais outra, e mais outra, infinitamente.
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Descubra sua força
O episódio do semeador, descrito no Evangelho de São Marcos, capítulo 4, aconselha a perseverar mesmo diante dos fracassos e das perdas, que fazem parte da vida. A parábola é um estímulo para descobrirmos a força que mora dentro de cada um de nós e da qual nem sempre temos consciência. Em uma de suas pregações, sentado num barco, Jesus contou aos seguidores a história de um homem que saiu para semear. Parte das sementes caiu e foi comida pelos passarinhos. Outra porção delas foi parar num lugar pedregoso, onde havia pouca terra – chegou a brotar, mas logo secou. Um terceiro conjunto de sementes, em meio aos espinhos, foi sufocado. A última parte, porém, depositada em terra fértil, brotou, cresceu e deu frutos. “O reino de Deus é como um homem que espalha a semente na terra”, disse Jesus.
Mensagem: Jesus associou a palavra de Deus às sementes que os homens iriam acolher de diferentes formas. E alertou também que, como toda semente contém o necessário para brotar, crescer e se transformar numa árvore, o ser humano tem dentro de si a força para superar as dificuldades. A parábola é um estímulo ao recomeço. Se, em tentativas frustradas, a semente dos desejos caiu nas pedras ou nos espinhos, no final a terra fértil a acolherá e fará germinar. A força divina faz prosperar todo gesto em harmonia com toda a humanidade e com o planeta.
Não julgue os outros
Nenhum homem pode julgar e condenar, pois ninguém está livre de pecado. Foi o que Jesus mostrou no episódio da adúltera, descrito no Evangelho de São João, capítulo 8. Jesus dava seus ensinamentos sentado no chão quando chegou um grupo de doutores da lei (especialistas em direito e intérpretes das escrituras) e fariseus (membros de uma seita judaica que defendia o cumprimento rigoroso das leis sagradas) trazendo uma mulher que havia sido flagrada em adultério. Eles perguntam a Jesus se ela deveria ser apedrejada – esse era o castigo infligido a elas, na época. “Quem de vocês não tiver pecado atire a primeira pedra”, responde Jesus, impassível. Sua reação fez com que cada um desviasse o olhar da mulher e o dirigisse às próprias atitudes. Os acusadores foram embora, um por um, deixando a mulher sozinha com Jesus.
Mensagem: é preciso evitar os julgamentos precipitados ou insensatos, ainda mais sob influência de outras pessoas ou do grupo social. O primeiro passo é se desarmar interiormente e evitar reagir com a rapidez com que se é cobrado – na passagem bíblica, os homens interpelam Jesus duas vezes antes que ele responda. Fundamental também é se despir dos preconceitos e das opiniões formadas e desenvolver a capacidade de julgamento, pessoal e imparcial. Ouvir o que diz o coração impede que se tome para si os valores dos outros.
Não abuse de seu poder
Em um retiro de 40 dias no deserto, Jesus foi tentado três vezes, conforme o Evangelho de São Lucas, capítulo 4. Cada tentação representou uma forma de poder – o político, o econômico e o religioso. Os mesmos que muitas vezes se é tentado a usar, corrompendo e manipulando pessoas e situações. Em jejum, morto de fome, Jesus foi desafiado pelo demônio a transformar uma pedra em pão, provando ser filho de Deus. E respondeu: “Está escrito, nem só de pão vive o homem”. O diabo então levou Jesus para o alto da montanha e ofereceu a ele todos os reinos da Terra, com a condição de que se prostrasse a seus pés. Jesus se recusou: “Está escrito, adorarás ao senhor teu Deus e só a Ele prestará culto”. Finalmente, Satanás o conduziu à parte mais alta do templo, em Jerusalém, e o incitou a se atirar, garantindo que seria salvo por anjos de Deus antes de cair. Jesus mais uma vez resistiu: “Não tentarás ao Senhor teu Deus”. O Diabo, ao ver esgotadas suas formas de persuasão, foi embora.
Mensagem: é preciso resistir à tentação de tirar proveito de uma situação usando a autoridade, a posição hierárquica, o dinheiro ou a capacidade de persuasão com fins ilícitos ou que possam prejudicar outras pessoas. Chantagem e corrupção são exemplos disso. Deve-se ficar atento para não ceder a valores fúteis e egoístas, desconectados das verdades pessoais e do bem-estar coletivo.
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Desfrute a vida
O famoso Sermão da Montanha, em que Jesus discursa à multidão que o segue, é um dos textos mais ricos em ensinamentos do Novo Testamento, como descreve o Evangelho de São Mateus, capítulo 6. Entre as muitas passagens em que Jesus proclama que os pobres, puros, mansos e perseguidos serão recompensados no céu, ele encoraja a desfrutar a vida, em vez de se preocupar com o acúmulo de bens materiais, e aprender a contemplar a natureza. Jesus disse: “Olhai as aves do céu: elas não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros e, no entanto, o vosso Pai celeste as alimenta. (...) Olhai os lírios do campo. (...) Eu vos asseguro que nem Salomão em todo seu esplendor se vestiu como um deles”. Com essas palavras, assegurou ao povo que não se preocupasse com o que comer ou vestir e colocasse o futuro nas mãos de Deus. “Em primeiro lugar busquem o reino de Deus e sua justiça, e Deus dará a vocês, em acréscimo, todas essas coisas.”
Mensagem: ao convidar os fiéis a seguir o exemplo dos pássaros e das flores, Jesus recomenda que aprendam com eles a não se preocupar com o amanhã, pois Deus sabe das necessidades de cada um e proporciona todo o necessário para viver. E alerta para que não se criem falsas necessidades, que consomem tempo e recursos, escravizam e obrigam a antecipar o futuro, impedindo que se viva o presente em toda a plenitude.
Exercite a solidariedade
Em seus gestos e palavras, Jesus ensinou a importância de oferecer apoio e conforto sem fazer julgamentos ou juízos de valor sobre quem merece ou não ser ajudado. Dedicou seus anos de pregação a ouvir e atender os pobres, loucos, deficientes físicos e prostitutas, defendendo-os das acusações dos que se julgavam puros, perfeitos ou donos da verdade. Jesus não escolheu os marginalizados porque eram bons, mas porque “precisavam de médico”, como diz o Evangelho de São Mateus, capítulo 9. Jesus ofereceu a vida eterna a um dos ladrões crucificados a seu lado só por vê-lo sofrendo, e sua compaixão repercutiu positivamente no coração de alguém considerado marginal. Respondendo ao outro criminoso que insultava Jesus, o ladrão perdoado disse: “Não temes a Deus nem sequer sofrendo a mesma condenação? Para nós é justo porque estamos recebendo o que merecemos, mas ele não fez nada de mau”. E acrescentou: “Jesus, lembra-te de mim quando vieres em teu reino”. Jesus respondeu: “Eu lhe garanto: hoje mesmo você estará comigo no paraíso” (Evangelho de São Lucas, capítulo 23).
Mensagem: ser solidário e compassivo pode significar apenas estar junto a quem sofre ou passa por dificuldades. Quase sempre entende-se caridade como oferta de dinheiro ou bens materiais, enquanto a qualquer momento podemos oferecer uma mão amiga ou uma palavra de conforto a quem precisa.
Acredite que a fé cura
Jesus, ao restabelecer a saúde dos doentes, sempre procurava fazê-los colaborar e acreditar na própria capacidade de se curar. Muitas vezes, associava a salvação dos males à própria fé e força de vontade dos enfermos. O Evangelho de São Marcos descreve diversas curas milagrosas no capítulo 5. Numa delas, uma mulher que sofria de hemorragia acreditava que bastaria tocar na roupa de Jesus para ficar sã. E foi o que aconteceu. Jesus, então, perguntou quem o havia tocado. A mulher, medrosa e tremendo, caiu a seus pés e contou a verdade. Jesus então disse a ela: “Foi tua fé que te curou. Vá em paz e fique curada”.
Mensagem: toda pessoa tem dentro de si a capacidade de curar o próprio corpo e as emoções ao manter a fé e a positividade. Ao longo de seus anos de pregação, Jesus várias vezes recuperou os sentidos perdidos de cegos e surdos e a capacidade de locomoção dos aleijados. Dessa forma, proporcionou aos inválidos a oportunidade de serem novamente reconhecidos dentro da sociedade, que, na época, considerava os doentes pecadores e indignos. Simbolicamente, os episódios mostram que abrir os sentidos é condição para se dar conta das dimensões espirituais que estão por trás das aparências. Texto wilson F.D.Weigl
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PSICOTERAPIA ONLINE - Prós e os contras da orientação psicológica virtual
Nos últimos anos, com a popularização da banda larga, a terapia online começou a ganhar mais espaço, principalmente quando os pacientes não têm agenda para ir ao consultório, vivem fora do país ou têm síndrome do pânico, por exemplo, que os impede de sair de casa.
Nos Estados Unidos, esse tipo de prática é regulamentado desde 2002, mas por aqui só a orientação psicológica pode ser realizada pela internet. Segundo a Sociedade Brasileira de Psicologia, não existem pesquisas que comprovem a validade da psicoterapia online propriamente dita.
Boa parte dos profissionais consultados diz que prefere a consulta presencial ao atendimento online. Para Erick Itakura, no Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP, uma escola-clínica que só realiza atendimento por e-mail desde 1999, esse tipo de aconselhamento só serve para problemas que podem ser resolvidos no curto prazo, e a pessoa tem que estar disposta a mudar. Nos primeiros anos, a clínica atendia dez pessoas por semestre - a maioria delas era "viciada" em bate-papo virtual. Nos últimos cinco anos, o perfil dos pacientes mudou.
- Hoje, atendemos mais ou menos 15 pessoas por mês, a maior parte dependente de redes sociais, que acabam sendo prejudicadas no trabalho e em suas relações pessoais.
Outros profissionais, como a psicoterapeuta e psicanalista Rose Araújo, alegam que a falta de vínculo com o paciente pode tornar o tratamento menos profundo e mais lento. Rose diz não gostar muito de usar a webcam por sua baixa qualidade de áudio e de vídeo, que prefere usá-la a não fazer terapia. A psicóloga só passou a usar esse recurso há pouco mais de dois anos, a pedido dos pacientes.
- Mas eu só atendo pelo Skype pacientes que não podem vir ao consultório e com quem já estabeleci um vínculo de confiança.
Para aqueles que realizam orientações pela webcam, pessoas com transtornos de ansiedade, síndrome do pânico, estresse, depressão, problemas conjugais ou de comportamento costumam ser as que mais procuram essa alternativa.
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Conheça algumas vantagens e desvantagens da orientação online:
Prós - acesso fácil ao psicólogo sem precisar se locomover ao consultório
- facilidade em expor suas dificuldades para o psicólogo
- facilita acesso à terapia
- permite acompanhamento mais rápido
- oferece resolução do problema mais rápido
- indicada para casos breves, pontuais
- maior sensação de segurança ao paciente
- vence a questão geográfica
Contras - - perda para o terapeuta na percepção das reações corporais, não verbais, entonação de voz
- estabelecimento lento de vínculo entre paciente e terapeuta
- deixa paciente em situação cômoda
- pode reforçar comportamentos, como a baixa autoestima, que evitam ida ao consultório.
- contraindicada para problemas mais complexos, que precisam de tratamento de longo prazo.
- falta de pesquisas no Brasil sobre o assunto
Falta de vínculo pode tornar tratamento menos profundo
"Pela internet o psicólogo não consegue perceber minhas reações", diz paciente.
Atendimento impede enxergar emoções, mas ajuda em casos de emergência.
A jornalista Mariana Belley, de 23 anos, faz terapia Comportamental cognitiva há mais de um ano, depois que sofreu de síndrome do pânico. Em um sábado à noite, precisou recorrer à sua terapeuta, mas não tinha como ir ao consultório. Para resolver o problema, ligou para a psicóloga e pediu um atendimento de emergência pela internet. O atendimento foi feito pelo Google Talk. - Eu precisava daquele tratamento naquela hora. Não é a mesma coisa, mas eu procurei ser o mais clara possível, e ela também. Foi estranho, porque quando eu estou ao vivo eu me entroso muito. Pela internet, ela não consegue perceber minhas reações, meus movimentos, se estou falando rápido, se estou calma. Não é a mesma percepção. E ela não tinha como me passar a calma que ela costuma transmitir quando está pessoalmente. É muito direto. O lado bom, segundo Mariana, foi o socorro imediato.
- É mais dinâmico. Às vezes conto um fato que não quero esquecer e mando para ela por e-mail. Mas não costumo fazer, porque gosto de olhá-la e que perceba minhas reações.
No caso de Mariana, o entrosamento presencial e online foi tão significativo que a jornalista terminar seu processo de alta do tratamento com uma sessão quinzenal pela internet.
- Foi a forma que encontrei para ir me desvencilhando da terapia. Se não der certo, volto para o consultório.
A psicóloga e psicanalista Rose Araújo diz que só aceita fazer terapia pela rede quando já conhece muito bem o cliente. Foi o que aconteceu com Rômulo [nome fictício], um paulista de 28 anos que mora em Londres, onde estuda inglês e trabalha em uma locadora. Há um ano, ele teve uma depressão.
Como o tratamento lá é muito caro e aqui ele conta com convênio, Rômulo voltou ao Brasil e se tratou com ela por oito meses. Quando a crise passou, ele voltou para a Inglaterra, mas pediu a ela para manter o vínculo pela internet. Ela aceitou, desde que fosse pelo Skype e com uma webcam. Há alguns meses, uma vez por semana ela dá consulta ao cliente virtual, que está gostando muito das sessões semanais online.
- Ele mesmo fala que prefere pessoalmente, mas é melhor fazer comigo em português a um preço acessível do que com o terapeuta, em inglês.
Rose, que não é lá fã da webcam, diz que só aceitou dar consulta a Rômulo se ele aparecesse da cintura para cima.
- Não gosto da definição de imagem da webcam: se a pessoa estiver com lágrimas nos olhos, não consigo ver. Aquilo que percebo em segundos ao vivo, pela webcam posso levar minutos. Pela câmera a gente perde alguma coisa, mas acho melhor fazer assim do que nada.
Pouca fiscalização torna terapia online arriscada
Orientação pela internet depende da idoneidade do psicólogo e do cliente para não fugir à lei.
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A consulta com psicólogos pela internet vem se espalhando pelo país nos últimos anos. Autorizada pela resolução nº 012/2005 do CFP (Conselho Federal de Psicologia), a prática chamada "orientação psicológica" permite que maiores de idade façam sessões pelo MSN, Skype ou qualquer outra ferramenta de bate-papo online, para que o profissional aconselhe de forma pontual, em no máximo dez sessões, seu cliente virtual.A prática não pode ser confundida com a psicoterapia, de caráter longo e presencial. Segundo o CFP, o profissional que ultrapassar esse prazo e desrespeitar as regras, como a de não manter o sigilo da conversa, por exemplo, pode responder a um processo ético e, em último caso, ter seu registro cassado.
Embora a prática ainda seja tímida no Brasil - dos 65 websites cadastrados no CFP, 30 estão proibidos de "clinicar", seis esperando pela renovação e 29 autorizados até esta sexta-feira (19) - deixa dúvidas quanto a sua segurança e rigor. Como o cliente pode ter a certeza que é um psicólogo que fala do outro lado da tela? E o psicólogo, de que fala com um maior? Como ter certeza de que sua orientação não vai "vazar" pela internet? É possível fiscalizar o número exato de sessões realizadas?
O caminho para fazer a consulta online é bem simples: acesse o site do profissional, preencha um cadastro com os dados, espere a resposta do site, faça o pagamento e adicione o profissional em sua rede de contatos do Skype ou do MSN. O uso da câmera pode ajudar no processo, mas não é tudo.
Todos os sites devem apresentar um selo de certificação concedido pelo CFP na página inicial. No próprio site do conselho há um link com a relação de sites que pediram autorização para funcionar. Lá, é possível conferir o status de cada site: aprovado, em renovação ou expirado.
Os que já expiraram ou estão em renovação não podem operar, segundo a conselheira do CFP, Andrea dos Santos Nascimento. Mas, conforme foi observado pela reportagem, alguns que estão com o selo expirado ou em renovação continuam oferecendo o serviço na internet.
Controle frágil
A conselheira do CFP admite que é difícil controlar o serviço.
- São coisas muito difíceis de controlar, não têm restrições. Só pedimos para o psicólogo informar que o Skype, o Google Talk e o MSN (também conhecido como Windows Live) não são ferramentas seguras. Pedimos aos clientes que não salvem a conversa em lugares públicos ou que não façam consultas em lan houses, para não ficarem expostos.
Para a conselheira, uma das maneiras de fiscalizar é confiar na conduta do profissional e do cliente que procura o serviço.
- Quem procura é que está fiscalizando, as pessoas não têm medo de denunciar. Todos os sites têm que ter informações sobre denúncia.
O trabalho de fiscalização do CFP só se limita a observar os sites que oferecem o serviço: ver se estão operando com o registro em dia e se o material divulgado está de acordo com o código de ética da profissão. Depois de adquirir o selo, o psicólogo que fizer a orientação psicológica pela internet pode cobrar pelo serviço, optar em fazê-lo por chat, e-mail ou correspondência, e só atender menores de idade com autorização de algum responsável. Não há uma tabela fixa de preço para cada sessão de orientação psicológica, nem um tempo definido, mas a maioria dos profissionais cobra de R$ 80 a R$ 100 por cada sessão de 50 minutos.
A conselheira enfatiza que este tipo de serviço não pode ser confundido com uma terapia online, atividade não reconhecida pelo CFP. O profissional que pretende adotar este procedimento e lançar um site deve fazê-lo em caráter experimental. Traduzindo: só pode usá-lo para fins de pesquisa, depois de ser analisado pelo conselho federal e com base em critérios do CNS (Conselho Nacional de Saúde). Nesse caso, o serviço deve ser gratuito, dando o direito ao cliente de desistir do tratamento quando quiser.
Marque sua consulta e/ou tire suas dúvidas: (85) 3238-1859 psicologoalencar@hotmail.com
De olho na câmera
Pesquisadores da Universidade de New South Wales, na Austrália, demonstraram que o tratamento da depressão via internet tem resultados parecidos com as terapias presenciais. Em um estudo realizado no ano passado com 45 pessoas diagnosticadas com depressão, ao fim do programa de oito semanas, depois de seis sessões semanais online com um psicólogo, 34% delas pessoas tinham deixado de apresentar os sintomas da doença.
Segundo a psicóloga carioca Luciana Nunes, no ramo da orientação psicológica há mais de dez anos, estudos como esse são comuns nos Estados Unidos, país onde ela se especializou em Psicoterapia Breve, feita pela internet. Na volta ao Brasil, ela montou o Instituto PsicoInfo, que estuda o método. Baseada no Rio de Janeiro, Luciana faz sessões virtuais duas vezes por semana por MSN, Skype e e-mail. Nos outros dias, trabalha em seu consultório "real" no Rio de Janeiro. A especialista cobra R$ 100 por 50 minutos de orientação pelo MSN e R$ 80 por e-mail, com direito a quatro trocas de mensagens: duas perguntas do cliente para duas respostas suas.
Segundo ela, a demanda no mundo virtual é quase a mesma da presencial: pessoas com problemas de autoestima, insatisfação, que sofrem processo de separação. Entre suas clientes, a maioria é de mulheres de classe média e média alta que sofrem de transtornos emocionais, problemas de relacionamento, depressão e convulsividade.
- É um atendimento mais pontual. Só dou consulta para problemas que funcionam melhor no computador. Não atendo pessoas com depressão grave, anorexia, bulimia e pessoas com pensamentos suicidas.
Para a psicóloga, a orientação psicológica online pode ser útil para pessoas que moram em regiões com pouca assistência médica ou que estão morando em outros países.
- Às vezes a gente se esquece de que o Brasil é enorme, de que há brasileiros fora do Brasil em todos os lugares do mundo. É difícil fazer um aconselhamento em lugares que têm poucos psicólogos à disposição, como uma cidadezinha do interior, ou que não falam a sua língua. Com isso, a orientação fica extremamente viável. O computador preenche esse vazio.
Para saber se está agradando, Luciana faz pesquisas de opinião com as pessoas que procuram seus serviços. Segundo ela, a taxa de aprovação é de 87%.
O também psicólogo Anderson Xavier, responsável-técnico do Insca (Instituto de Saúde Cognitiva Aplicada), que oferece a orientação psicológica pela internet, costuma atender, com ou sem câmera, executivos, profissionais liberais, dekasseguis (trabalhadores brasileiros de origem japonesa, residentes no Japão) e celebridades, em especial músicos que vivem viajando. A maioria tem idades entre 25 e 40 anos e sofre de problemas de relacionamento, sexualidade e fobia social.
Trabalhando pela internet desde 2006, Xavier aposta na orientação online como uma ponte para o tratamento presencial.
- Os clientes que se sentem satisfeitos com o atendimento querem continuar quando acabam as sessões, e, então, indicamos outros terapeutas.
Xavier conta que eles só não aceitam pessoas com transtornos mais graves de personalidade por causa da limitação de sessões determinadas pelo Conselho Federal de Psicologia. Segundo ele, transtornos de ansiedade, estresse, depressão, timidez, problemas de casais e de comportamento são os mais frequentes.
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Psiquiatras são proibidos de fazer atendimento online
Conselho Federal de Medicina condena a prática entre os médicos
Enquanto os psicólogos podem fazer alguns tipos de orientação pelo Skype ou pelo MSN, com ou sem webcam, os psiquiatras são proibidos pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) de fazer qualquer tipo de consulta pela internet ou qualquer outra forma que não seja feita entre as quatro paredes do consultório.
Segundo João Alberto Carvalho, presidente da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), o atendimento médico não existe sem interação entre o médico e seu paciente, que deve ser realizada no consultório. O relacionamento entre o profissional e o paciente segue os preceitos de um procedimento médico, por isso deve ser feito ao vivo, não por meio de uma conversa virtual.
- Em geral, a consulta virtual não permite a avaliação dentro dos parâmetros clínicos. Não se trata apenas de uma consulta e sim de um procedimento médico.
De acordo com a ABP, a consulta virtual não é considerada um método terapêutico e deve ser denunciada aos Conselhos Regionais de Medicina.
Para o 1º Secretário do Conselho Federal de Medicina, Desiré Carlos Callegari, o uso da internet pode ser apenas um complemento da consulta desde que não envolva receita médica ou a mudança da conduta adotada na consulta anterior.
- O complemento seria eu enviar a dieta por e-mail, por exemplo. Não há problema nenhum em fazer isso, desde que não haja mudança na prescrição. Caso contrário a gente não legitima.
Segundo Callegari só é aceitável pelo conselho a consulta presencial, pois "é de suma importância e obrigatório constituir um prontuário e examinar o paciente". Para o CFM, o médico que adotar conduta irregular deve ser denunciado. Para isso, o paciente deve fazer uma queixa formal ao Conselho Regional de Medicina da cidade em que mora. Camila Neumam e Luiz Augusto Siqueira, do R7
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Problemas físicos e mentais de fundo emocional - PROBLEMAS CONJUGAIS, PROBLEMAS ESCOLARES, PROBLEMAS SEXUAIS, DEPRESSÃO, MEDO DE DIRIGIR, AGRESSIVIDADE, TENSÃO NERVOSA, PREOCUPAÇÃO ACENTUADA, PROBLEMA DE COMPORTAMENTO, PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM, PROBLEMAS DE RELACIONAMENTOS, Acha que não vale a pena viver, ALCOOLISMO, Alteração do apetite e do sono, ANGÚSTIA, APÁTICO, APAVORADO, APERTO NO PEITO, BAIXA AUTO-ESTIMA, BOCA SECA, Boca seca, BRANCO NA HORA DA PROVA, CARÊNCIA AFETIVA, Chora fácil, CHORANDO FÁCIL, CIÚMES ACENTUADOS, DEPENDÊNCIA EMOCIONAL, DESANIMADO, Desanimo, Desejo de morrer, DESGOSTO PROFUNDO, DESILUSÃO, Desmotivação, DESMOTIVADO, Dificuldade de concentração, DIFICULDADE DE FALAR EM PÚBLICO, Dificuldade de terminar as coisas que começou, Dificuldade de tomar decisões, DIFICULDADE EM EXPRESSAR SENTIMENTOS, Dificuldade para chorar, Dificuldade para começar a fazer suas tarefas, DISTÚRBIOS ALIMENTARES, DOR DE CABEÇA, DOR NA NUCA, DOR NAS COSTAS, DOR NAS PERNAS, DOR NOS OMBROS, ESTRESSE, FALTA DE AR, FOBIAS, FRUSTRAÇÃO, GASTRITE, HIPERATIVIDADE, Humor deprimido, Impaciência, INDECISÃO CONSTANTE, Inquietação, INSEGURANÇA, INSÔNIA, Insônia freqüente, Irritabilidade, Lentidão nas atividades físicas, Lentidão nas atividades mentais, MANIA DE DOENÇAS, MANIA DE LIMPEZAS, MANIA DE ORGANIZAÇÃO, MANIA DE TOMAR REMÉDIO, MANIAS DIVERSAS, MÃOS E PÉS FRIOS, MEDE DE ERRAR, MEDO DE ANDAR SÓ, MEDO DE DESMAIAR, MEDO DE DOENÇAS, MEDO DE FALAR EM PÚBLICO, MEDO DE FICAR SÓ, MEDO DE MORRER, MEDO DE NÃO CONSEGUIR, MEDO DE PASSAR MAL, MEDO DE SER HOMOSSEXUAL, MEDO DE SER TRAÍDO, MEDO DO JULGAMENTO DOS OUTROS, MEDOS DIVERSOS, MEMÓRIA FRACA, NERVOSISMO ACENTUADO, PENSAMENTOS SUICIDAS, Perda de energia ou interesse. Perda do apetite, Perda do desejo sexual, Persistência de pensamentos negativos, PESADELO CONSTANTE, Pessimismo, PESSIMISMO ACENTUADO, PROLIXO, Queixas freqüentes, RACIOCÍNIO LENTO, Sem esperança, Sensação de que nunca vai melhorar, SENTIMENTO DE CULPA, Sentimento de fracasso, SENTIMENTO DE INFERIORIDADE, Sentimento de inferioridade, Sentimento de pena de si mesmo, Sentimentos de culpa injustificáveis, SÍNDROME DO PÂNICO, SUDORESE, TAG, TAQUICARDIA, TIMIDEZ, TOC, TOXICOMANIA, TRANSTORNOS DIVERSOS, ÚLCERA, etc.
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