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Os inimigos do casamento

Como afastar os maiores inimigos do casamento - Não existem fórmulas mágicas para um namoro funcionar, mas se você pode evitar certos problemas que ao longo do tempo podem desgastar um relacionamento, melhor. Confira um pequeno guia das manias que você deve evitar a todo custo.Estas manias são as maiores inimigas de qualquer namoro ou casamento. Se você conseguir evitá-las desde o começo, terá mais possibilidade de manter a magia com o seu namorado e desfrutar de muitos e muitos anos de paz e muito clima de romance no ar. 

A televisão - A TV pode ser considerada uma das maiores inimigas do amor. Jantar em frente da telinha e gastar o pouco tempo que vocês têm juntos para ver a novela das oito não favorece em nada a cumplicidade nem faz com que vocês se conheçam melhor. Entre ficar horas vendo "nada" na televisão e "muita coisa" na cama, o que você prefere? Se é a primeira opção, está na hora de rever o seu relacionamento... além disso, o ideal é que vocês dois conversem, saiam de casa, vão ao cinema, jantem bem e façam programas que os dois gostem.Uma sugestão é fazer um
pacto: vocês só assistirão a programas que interesse a vocês dois de verdade. Caso contrário, o mínimo que farão é alugar um vídeo para ver confortavelmente com a luz apagada e comendo pipoca.

Deixar de sair - O cansaço, a preguiça, a rotina... muitas vezes, tudo parece conspirar para que vocês fiquem em casa sem fazer nada do que sair para ir a casa de amigos ou jantar em um bom restaurante? Por que não sair com mais freqüência, com amigos ou só vocês dois?Com o passar do tempo, os casais tendem a ficar cada vez mais caseiros e "fechados na toca". Embora isso seja bom (porque vocês passam muito tempo juntos), isso também pode querer dizer que a vida social de vocês está cada vez menor. Com isso, vocês têm cada vez menos experiências novas em comum... pense bem: daqui a alguns anos, se você continuar com ele, vai ficar se lembrando "daquela tarde em que ficamos em casa vendo TV"?Na dúvida, vá ao cinema, ao teatro, a um bom restaurante e siga a agenda cultural de sua cidade. Viajar durante o final de semana também não é nem um pouco uma má idéia, ou é?

Falta de tempo - Chegar sempre tarde em casa diminui o tempo que você e o seu namorado têm para se ver e para curtir um ao outro. Além disso, se você trabalha demais, é comum chegar em casa cansada e com os nervos à flor da pele.Não deixe que o trabalho absorva toda a sua vida, pois isso pode custar o seu namoro com ele. Se você realmente precisa trabalhar tanto, não se esqueça de dar uma telefonada num horário mais folgado do dia, nem que seja na hora do almoço, simplesmente para dizer "oi" ou que está com saudade. Isso pelo menos alivia um pouco o fato de você estar quase sempre indisponível.Tente, também, sempre separar um tempo para ele. Seja um final de semana que vocês vão viajar para passar o tempo todo curtindo o namoro ou simplesmente um horário da semana em que vocês vão fazer um curso juntos... isso aumenta a cumplicidade e favorece o namoro. 

Relaxar demais - Não é porque vocês se conhecem muito bem e porque existe muita confiança que você tem que relaxar. Ao recebê-lo de chinelos, com o cabelo desarrumado ou com aquela "roupa furada de ficar em casa" você pode ter certeza de que não está contribuindo para aumentar a magia e o romance do namoro.Embora seja importante vocês terem confiança um no outro e você saber que ele gosta de você mesmo com bóbis no cabelo, é legal você evitar que ele te veja sempre desarrumada. Confiança e cumplicidade é uma coisa; desleixo, outra

Falta de atenção - É outra grande inimiga do namoro. Não se trata de ficar o dia inteiro fazendo elogios ou comprando presentes, mas mostrar, sempre que possível, o quanto ele está bonito ou se interessar pelas coisas dele.Novamente, um telefonema por dia demonstra interesse e atenção... participe da vida dele e o ajude (ou ao menos o ouça) com o que você puder. Afinal, se você não quer nem saber da vida dele, por que está namorando?
 


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Ciúme excessivo - Fazer interrogatórios dignos de filmes policiais ou organizar "tocaias" para saber se ele está te traindo não é exatamente a melhor forma de dizer "eu te amo". Lembre-se que o relacionamento está baseado na confiança, e que ela tem que ser recíproca.Se ele te dá motivo para desconfiar de alguma coisa, repense o relacionamento e converse. Mas, se não, evite aquelas cenas de ciúme dignas de novela e demonstre que você realmente confia nele da mesma forma que ele confia em você.

Abstinência sexual - A vida sexual é importante dentro de um relacionamento. Mesmo que o desejo diminua com o tempo, saiba que não é normal ele simplesmente acabar. A vontade e a paixão têm que se renovar constantemente.Nesta área, sempre inove. Converse abertamente com ele sobre as fantasias que ele têm na cama e sobre as que você quer realizar também. O importante é não cair na "mesmice", em que o sexo pode parecer obrigação. Isso é ruim para ele - e, claro, para você.

Política familiar - É ótimo ter boas relações com a família do seu namorado e estar presente nos eventos importantes. Mas não abuse. Nem você nem ele precisam ir em todos os acontecimentos familiares - sejam da sua família ou da dele - nem mesmo estar sempre juntos nestas ocasiões.Nestas horas, é bom entender os limites que cada um tem e só "requisitar a presença" do amado em eventos realmente importantes. Isso significa que, para passar o sábado à tarde com a sua tia-avó todo final de semana, o ideal é ir sozinha e deixá-lo jogando bola com os amigos.

A falta de projetos - Manter um namoro não é só enfrentar o dia-a-dia. É preciso construir algo juntos, desde coisas a curto prazo, como uma viagem juntos, um curso que vão fazer etc, a projetos mais ambiciosos, como morar juntos, casar, talvez um filho, uma casa...Converse mais com ele sobre o futuro, para vocês terem uma idéia do que cada um quer no relacionamento. Só que, claro, sempre com bom senso: não vá perguntar no segundo mês de namoro que nome ele prefere para a segunda filha que vocês terão.

O silêncio - A falta de diálogo é a pior coisa que pode acontecer entre você e ele. Lembre-se: para se estar em um relacionamento é necessário haver troca. Os dois têm que falar e os dois têm que escutar. Se isso não ocorre, vocês precisam fazer um esforço e conseguir, nem que seja com ajuda de um terapeuta. O silêncio é, em geral, a maior causa da perda de interesse de um pelo outro. Com isso, vocês acabam simplesmente cumprindo a rotina sem mais ligar para a outra pessoa... isso mata, aos poucos, o relacionamento e o amor.Não deixe a "falta de tempo" esfriar seu relacionamento  - Cuidar dos filhos, trabalhar, sair com os amigos, visitar os irmãos e sobrinhos, planejar as compras do mês, cabeleireiro... Ufa! Tudo isso toma um tempo relativamente grande em nossa dia-a-dia. E, mesmo depois de um dia estressante, você tem um marido ou namorado exigindo (ou pedindo com jeitinho) atenção. O que fazer para conseguir conciliar o trabalho e o casamento? Ou o trabalho e o namoro?Cada casal reage de um jeito a estes "probleminhas de agenda". O modo que a mulher e o homem encaram o sexo também conta pontos neste desgaste da relação. O homem (não todos, claro) vêem o sexo como um momento para aliviar tensões e relaxar. Mesmo depois de um dia atribulado, eles estão dispostos a "gastar" alguns minutos na cama. Para muitas mulheres, um travesseiro basta - e nada mais.Divida suas experiências com a gente. Se você está nesta situação (ou não), conte quais são suas estratégias para não deixar o relacionamento esfriar. Ter mais diálogo, sair para jantar, agendar as tarefas domésticas para sempre sobrar um tempinho...


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Os 10 mandamentos do casal

Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou "Os Dez Mandamentos do Casal". Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.

1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo

A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso convencermo-nos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer. D. Helder Câmara tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...".

2. Nunca gritar um com o outro

A não ser que a casa esteja pegando fogo.
Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.

3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro

Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro "vença", para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de "guerra", de luta inglória. "A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral"; dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.

4. Se for inevitável chamar a atenção, fazê-lo com amor

A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.
 


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5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado

A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta, e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas. Nos tempos horríveis da "guerra fria", quando pairava sobre o mundo todo o perigo de uma guerra nuclear, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, o Papa Paulo VI avisou o mundo: "a paz impõe-se somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade". Ora, se isto é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo, "primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros". E Paulo VI, ardoroso defensor da paz, dizia: "se a guerra é o outro nome da morte, a vida é o outro nome da paz". Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz; e ela tem um preço: a nossa maturidade.

6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge

Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.

7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo

"Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento" (Ef 4,26b)
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema, sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.

8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa

Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: "eu te amo", "você é muito importante para mim", "sem você eu não teria conseguido vencer este problema", "a tua presença é importante para mim"; "tuas palavras me ajudam a viver"... Diga isto ao outro com sinceridade toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.

9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas

Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!

10. Quando um não quer, dois não brigam

É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será "não pôr lenha na fogueira", isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga.

  Do livro "Namoro":Prof. Felipe Aquino

 

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CIÚMES

O sentimento pode vir carregado de possessividade ou apenas de cuidados 

 O ciúme é um sentimento inerente ao ser humano, mas não deve ultrapassar o limite do permitido numa relação. O normal em um relacionamento é que o ciúme agregue preocupação e proteção à outra pessoa. Muitos acreditam que apesar de ser negativo, o sentimento é de grande importância. Afinal, a ausência do ciúme também é preocupante, pois pode ser um indício de que o amor está se perdendo. 

No código internacional de doenças CID-10 e no DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais - Quarta Edição, o ciúme é classificado como transtorno delirante na subdivisão de ciúme. 

Quando o ciúme passa do aceitável para o patológico? O desejo desenfreado de controle e dominação, especialmente de ter a posse da outra metade, pode denotar uma patologia e se identificada desde o início, pode evitar uma série de percalços pelo caminho. Há como os casais evitarem muitos dissabores na relação, mas para isso é preciso que ambos fiquem atentos a pequenos sinais ou a sua própria história amorosa. 

O (a) companheiro(a) que já tenha passado por experiência da traição no relacionamento passado, certamente trará consigo mais desconfianças e temerá sofrer novamente na relação atual. 

Se houver inclinação para o ciúme exagerado evoluir para uma patologia, viverá numa eterna tortura pessoal, tudo em função de sua compulsão. Cabe ao casal enfrentar a situação de forma unida e jamais dar margens a desconfianças. 

O ciúme anormal desencadeia desde a agressividade simples (verbal), podendo partir para a agressividade bruta ou corporal. Quem desenvolve esse tipo de ciúme, muitas vezes, tem desestrutura do ego, em função de baixa auto-estima e autoconfiança extremamente comprometidas. 

O exagero no ciúme também pode ter origem de uma patologia psicológica Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Gerando conflitos internos como, por exemplo, achar que está sendo traído. Mediante esse comportamento, começar a perseguir sua companheira (o) e desenvolver compulsão pela averiguação da traição ou não.

O ciúme difere quanto ao amor e a paixão?O ciúme no amor tende a ser mais normal e controlável, indo a índices aceitáveis de controle e adaptação (no caso da perda). Já na paixão, o ciúme é perigoso e descontrolado. Não possui bases para o diálogo e pode se tornar, em alguns casos, letal. 

Em função dessa atitude, pode desencadear um comportamento de agressividade, envolver rivais imaginários, agir de maneira irracional e realizar atitudes impensadas, podendo gerar conseqüências drásticas. 

No ciúme considerado normal, há uma intenção consciente, existe o diálogo, sobriedade e principalmente, segurança. Já no ciúme patológico, há desejos inconscientes, como raiva, vingança e até sentimentos de revolta, humilhação e insegurança. Motivados pelo complexo de inferioridade, pode desencadear atitudes extremas, chamadas de crimes passionais. 
Psicólogo Alexandre Bez

 

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